De repente você encontra aquela pessoa que te faz perder o chao, perder os sentidos, a fome, a razão.
É um deslumbramento pelo que se sente, pelos novos e velhos sentimentos, a incerteza da ligação, o calor que sobe pelo corpo, as pernas que tremem. Nada mais é tão interessante quanto viver essa paixão.
Pula! Pula de cabeça para que mais do que nunca valha a pena, valha a pena sonhar, desejar, planejar, idealizar.
O medo? Ah, o medo está sempre ali, guardado. Às vezes ele aparece, atormenta, incomoda, mas depois a gente manda ele embora para o lugar de onde não deve sair, pelo menos não nesse momento, não agora.
Vivemos então todo esse turbilhão de sentimentos e pensamentos que nos inundam de prazer, de amor e ao mesmo tempo nos incomodam, nos assustam pelo futuro. Vemos e vivemos brigas, amores, conflitos, guerras e paz. Tudo junto, sem conseguir distinguir onde um começa e o outro termina.
Mas no final.... Termina.
Termina a aflição, a angústia, as borboletas no estômago, a paixão e até mesmo o amor... E fica. Fica, quem sabe, a amizade, o prazer de estar junto, o prazer do carinho e do ligar sem a aflição, sem a incerteza, sem a angústia que todo amor traz.
Encerra-se mais um ciclo para começar outro, talvez até mais bonito, talvez até mais cúmplice, com mais aprendizados e amadurecimentos.
Hahaha, não sei se é da diferença de "gênios", mas você sempre coloca o ponto final na história e leva pra o lado do "encontrar outros rumos"...Acredite mais no amorrrrr!!!! Se não deu certo agora, é só uma questão de paciência.
ResponderExcluirisso eh verdade, mas nao deixa de ser buscar outros rumos. Encontrar outra pessoa, eh tambem encontrar outro caminho.
ResponderExcluirOutro caminho para a felicidade.