A gente desculpa e entende o medo, a insegurança, a dúvida, o receio, a exitação, mas a covardia....
A covardia brinca com sentimentos, é a ausencia total da vontade de se importar com o outro. O homem pode ter medo, mas ser covarde...?
Na exitação ainda há a intensão, ainda há o desejo, ainda há paixão. Na covardia há apenas o medo e muito mais a covardia.
Um covarde pode ser arriscado, ousado, atrevido e isso são qualidades que ultrapassam o medo, que vencem o medo e a insegurança.
Não sei os outros, mas tenho medo, muito medo. Medo de amar, medo de mudar, medo de arriscar novas pessoas, novos lugares, mas jamais serei covarde. É na ousadia que descubro a minha felicidade, é no atrevimento que conheço, que busco, que cresço.
Cada um é como prefere e não julgo nem critico por isso. O que não pode é na covardia do outro residir o masoquismo para o meu sentimento.
Ofereço sempre a minha sinceridade e honestidade, que acho serem o que de melhor tenho a oferecer, mas em troca não posso receber a covardia, jamais.
" O medo tem alguma utilidade, a covardia não".