terça-feira, 5 de julho de 2011

E agora José?

E agora que você viu as pessoas como elas são, e as verdades transparentes?
É relevante? É importante? Você deixa de amar, de gostar, de ter prazer?
São tantos questionamentos que nem sempre são necessários poque no final das contas o que vale é o que sentimos e não o que vimos e ouvimos.

Certeza em acreditar, de olhos fechados. Certeza em gostar, em querer estar perto. Tudo isso basta, para no fim das contas direcionar a vida  e o coração.

sexta-feira, 11 de março de 2011

A gente desculpa e entende o medo, a insegurança, a dúvida, o receio, a exitação, mas a covardia....
A covardia brinca com sentimentos, é a ausencia total da vontade de se importar com o outro. O homem pode ter medo, mas ser covarde...?
Na exitação ainda há a intensão, ainda há o desejo, ainda há paixão. Na covardia há apenas o medo e muito mais a covardia.
Um covarde pode ser arriscado, ousado, atrevido e isso são qualidades que ultrapassam o medo, que vencem o medo e a insegurança.
Não sei os outros, mas tenho medo, muito medo. Medo de amar, medo de mudar, medo de arriscar novas pessoas, novos lugares, mas jamais serei covarde. É na ousadia que descubro a minha felicidade, é no atrevimento que conheço, que busco, que cresço.
Cada um é como prefere e não julgo nem critico por isso. O que não pode é na covardia do outro residir o masoquismo para o meu sentimento.
Ofereço sempre a minha sinceridade e honestidade, que acho serem o que de melhor tenho a oferecer, mas em troca não posso receber a covardia, jamais. 


" O medo tem alguma utilidade, a covardia não".

domingo, 6 de fevereiro de 2011

A única pessoa a se frustrar com suas expectativas é você mesmo, afinal as expectativas são suas, de mais ninguém.

Orgulho eu, orgulho você, orgulho nós. Iiihhh, passou.
Passou a chance de tentar ser feliz.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Tulipa Ruiz - Só Sei Dançar com Você


"Só sei dançar com você...."
Quebre as regras.
Perdoe rapidamente;
beije lentamente.
Ame verdadeiramente;
...... ria sem controle

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

De repente você encontra aquela pessoa que te faz perder o chao, perder os sentidos, a fome, a razão.
É um deslumbramento pelo que se sente, pelos novos e velhos sentimentos, a incerteza da ligação, o calor que sobe pelo corpo, as pernas que tremem. Nada mais é tão interessante quanto viver essa paixão.
Pula! Pula de cabeça para que mais do que nunca valha a pena, valha a pena sonhar, desejar, planejar, idealizar.
O medo? Ah, o medo está sempre ali, guardado. Às vezes ele aparece, atormenta, incomoda, mas depois a gente manda ele embora para o lugar de onde não deve sair, pelo menos não nesse momento, não agora.
Vivemos então todo esse turbilhão de sentimentos e pensamentos que nos inundam de prazer, de amor e ao mesmo tempo nos incomodam, nos assustam pelo futuro. Vemos e vivemos brigas, amores, conflitos, guerras e paz. Tudo junto, sem conseguir distinguir onde um começa e o outro termina.
Mas no final.... Termina.
Termina a aflição, a angústia, as borboletas no estômago, a paixão e até mesmo o amor... E fica. Fica, quem sabe, a amizade, o prazer de estar junto, o prazer do carinho e do ligar sem a aflição, sem a incerteza, sem a angústia que todo amor traz.
Encerra-se mais um ciclo para começar outro, talvez até mais bonito, talvez até mais cúmplice, com mais aprendizados e amadurecimentos.



segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Dizer ou não dizer?

   Comunicação. Pode ser escrita, pode ser falada, pode ser por imagem, mas sempre exige uma linguagem. No dia-a-dia usamos as palavras, sob sua forma escrita e falada, para nos comunicarmos, e as consideramos mais que necessárias para o bom andamento da tão famosa e essencial comunicação. Bom, isso é o que diz a teoria.
   Muitas vezes nos deparamos com situações onde as palavras não são essenciais. Troca de olhares, carinhos, ações, muitas vezes dispensam o uso das palavras. No entanto esse entendimento pode ser muito, muito traiçoeiro, podemos dispensar as palavras em momentos que elas precisam ser ditas ou podemos usá-las em momentos que as tornam desnecessárias, causando um exagero, uma redundância, e em algumas situações mágoas.
   Admiro quem possui esse conhecimento, saber o exato momento de se expressar, não dizer coisas desnecessárias, nem deixar de dizer o que se deve dizer. Leva tempo, eu sei. Mas o receio maior é sempre deixar de dizer. Deixar de dizer eu te amo, deixar de dizer saudade, deixar de dizer “fica”, deixar de dizer vai, deixar de dizer vem, deixar de eu vou...
   Saber usar as palavras é uma arte. Uns usam para ganhar a vida, outros para fazer humor, outros para apenas se expressar, mas nunca esquecendo o poder das palavras. Palavras “mal usadas” e mal interpretadas podem causar estragos. Desentendimento, brigas, remorsos, rancores, elas traduzem sentimentos, amores, verdades.
   Luto para adquirir amadurecimento suficiente ao ponto de nunca deixar de dizer e sempre dizer na hora certa, no momento certo. Luto para  nunca me arrepender de não ter dito eu te amo, fica, sinto saudades, porque acredito não haver nada mais triste do que a oportunidade perdida de expressar sentimentos e vontades tão bonitos.
   E luto também para amadurecer ao ponto de conseguir pensar antes de dizer palavras que magoem, que entristeçam, que separem.
   Palavras são capazes de transformar lágrimas em sorrisos.