"Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, né
...
Você passa, eu paro
Você faz, eu falo
Mas a gente no quarto sente o gosto bom que o oposto tem
Não sei, mas sinto, uma força que embala tudo
Falo por ouvir o mundo, tudo diferente de um jeito bate"
Você faz, eu falo
Mas a gente no quarto sente o gosto bom que o oposto tem
Não sei, mas sinto, uma força que embala tudo
Falo por ouvir o mundo, tudo diferente de um jeito bate"
Entender o que sentimos, por que sentimos e por que sentimos por aquela pessoa pode ser tarefa muito difícil. Talvez mais valha a pena simplesmente sentir e viver tudo o que esses opostos podem oferecer um ao outro.
Um gosta de rock, o outro de pagode, um come salada, o outro feijoada, um acorda às 10h o outro às 6h, mas mesmo assim momentos de plena felicidade foram vividos.
A grande questão em relacionamentos assim é: será que as diferenças pesarão em algum momento ou será que o importante mesmo é ter a maturidade para administrar as diferenças?
Mas seriam apenas diferenças? Um quer voar alto, o outro também, um ama reunir os amigos para falar bobagens, o outro também, um quer estar sempre ao lado, o outro também, um é "cabeça-dura", o outro também, um cozinha muito bem, o outro... digamos que ajuda, um se sente feliz protegendo, o outro se sente feliz protegido, um faz carinho, o outro busca o carinho, um ama, o outro também.
Depois de pensar, observar e sentir, outra pergunta que passa a martelar na cabeça e no coração é: serão mesmo as diferenças tão grandes e determinantes assim? E se sim, até que ponto??
Será que não basta amar e "administrar" da melhor forma possível diferenças que podem levar a um amadurecimento mútuo??
Quem souber a resposta levanta a mão....

